Quantas emoções e sentimentos bons estamos passando. Ontem o dono da casa ligou pedindo as papeladas para fazer o contrato de locação da casa;) Me bateu ansiedade. Não vejo a hora de me mudar...
Clarissa ficou tão feliz que não me deixou dormir a noite inteira. Chutava, mexia, revirava a noite inteira em minha barriga. Não consegui dormir. Fiquei imaginando na trabalheira de arrumar e empacotar tudo com o devido cuidado para que nada se quebre.
Comecei a guardar as roupinhas da Clarissa em sacos de 100L de lixo... Tirei todas as roupas que estavam no guarda roupas dela. Quinta aproveitarei o feriado para continuar a arrumar tudo para a mudança.
Só consigo ficar feliz e ansiosa com tudo isso. Finalmente iremos pra uma casa. Poderemos fazer churrasco pras visitas, teremos mais espaço, ficarei mais perto do trabalho... São tantos benefícios. Estou tão feliz!
Filha, tenho a certeza de que estás amando tudo isso. A noite eu cantava pra você, pedia pra você deixar mamãe descansar um pouco, mas nada. Acho que você queria mesmo era ver mamãe empacotando tudo pra se mudar logo logo. Lá montaremos seu quartinho rapidinho. Papai e mamãe decidiram viajar no fim de semana. Vamos curtir o forró de Caruaru e de quebra trazer muitas coisas lindas de lá pro seu quarto. Não vejo a hora de comprar seu kit berço. Sonho com isso!
"Nem o sol, nem o mar, nem o brilho das estrelas... Tudo isso não tem valor sem ter você".
Com essa mudança, acabei pensando em fazer o chá de bebê. Estarei numa casa, poderei chamar as amigas mais íntimas, familiares e fazer uma festinha. Até pra o povo conhecer nosso novo lar. Vou pensar direitinho e falo pra vocês.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Procurando um cantinho pra chamar de nosso!
Entre todas as coisas que nos vêm à mente desde que engravidamos é pensar no nosso lar. Estamos casados há três anos e moramos num apartamento super espaçoso, bem localizado, seguro, etc e tal, mas com um pequeno grande detalhe: não é nosso! O apt foi cedido pela irmã de meu marido, que o “adotou” como filho desde que a mãe deles morreu... Desde solteiro meu marido mora lá, a irmã dele é do interior e mal vem à capital, e quando decidimos casar ela resolveu nos ajudar cedendo seu apt e assim não teríamos que pagar aluguel. Nesses três anos muita coisa aconteceu em nossa vida. Construímos uma linda e espaçosa casa de praia, à qual vamos quase todos os fins de semana, trocamos de carro, compramos moto, mas esquecemos um pouco de procurar nosso lar na capital. Que é onde moramos.
Depois que engravidamos temos pensado muito nesse assunto. Pensado mais em procurar um canto que podemos chamar de nosso. Não recebemos nenhuma pressão para sair do apt da irmã dele, nos damos super bem, mas não é nosso e temos consciência disso. Começamos a buscar um cantinho pra gente. Pesquisamos casas, apt, terrenos, mas tudo está num valor muito superior ao que podemos pagar. Talvez ao que QUEREMOS pagar. Meu marido não gosta de nada financiado. Só de imaginar pagar juros ele quase morre. E daí, juntar o dinheiro de uma casa ou apt pra pagar a vista é algo quase impossível hoje em dia, para nós pobres mortais. Hehe
As casas que gostamos é no valor mínimo de 150mil, e precisam de reforma. Apartamento do mesmo jeito. Gente, como as coisas estão caras!!! Como é difícil trabalhar, juntar dinheiro e ter nossa casinha! Resultado: continuamos pesquisando, pesquisando, sem nada encontrar. Tentamos um apartamento pelo Programa Minha Casa Minha vida, mas nosso salário ultrapassa a renda do projeto e não conseguimos ganhar subsídio nem ter as vantagens dos juros baixos. Pensamos em ele fazer um acordo na empresa que trabalha, já que sou funcionária pública e não posso fazer isso, pra ele se demitir, e enfim nos encaixarmos no Programa só com minha renda. Mas estamos deixando essa idéia de molho.
Até que uma amiga minha do trabalho vez ou outra me falava de um terreno que ela comprou, mas desistiu de construir. Falava da localização, do tamanho 10x25, valor e tudo se encaixava em nosso perfil... Mas nunca me falou que queria vender. Até que ontem ela me trouxe toda a documentação do terreno e me mostrou animada. Fiquei sem entender... Perguntei: Sim, mas por que isso? Você quer me vender esse terreno? E ela rindo, perguntou: você quer comprar?
Parecia que DEUS mais uma vez tinha colocado aquela “louquinha” em meu caminho. Quando falei da proposta pro meu marido ele logo perguntou a localização e foi checar se valia à pena. Me ligou empolgado, dizendo que o local não era todo habitado, mas era legal. A noite ele me levou lá. Confesso que tomei um susto. A rua tem muitos terrenos vagos, e eu que sempre vivi no meio da cidade, não sei se iria me acostumar com aquele barulho de grilhos e sapos. Mal desci do carro. Ele logo notou meu desânimo. Fomos pra casa pensativos. Coloquei nas mãos de Deus, pedi a ele luz. Afinal não é só o terreno, depois vem os gastos com a construção, dor de cabeça com pedreiro, etc. Hoje de manhã fomos novamente lá. Durante o dia o lugar é até melhor. Movimento de pessoas, casas lindas e novas, outras casas em construção, rua pavimentada sem chance de alagamento...Imaginei aquele loteamento daqui a dois anos e fiquei empolgada também! Fiquei pensando em nossos filhos aprendendo a andar de bicicleta em frente de casa. É, gostei! Pedi pra meu marido levar meu avô, que dá palpite certeiro em tudo e é quase um mestre de obras – ele ama vigiar o serviço dos pedreiros – e se ele gostar, acho que fecharemos negócio. Ontem quase não dormimos pensando nisso... E hoje nosso filhote estava querendo dar palpite em nossa decisão. Mexia todas as vezes que tocávamos no assunto. Espero que Deus nos mostre o melhor caminho!
Depois que engravidamos temos pensado muito nesse assunto. Pensado mais em procurar um canto que podemos chamar de nosso. Não recebemos nenhuma pressão para sair do apt da irmã dele, nos damos super bem, mas não é nosso e temos consciência disso. Começamos a buscar um cantinho pra gente. Pesquisamos casas, apt, terrenos, mas tudo está num valor muito superior ao que podemos pagar. Talvez ao que QUEREMOS pagar. Meu marido não gosta de nada financiado. Só de imaginar pagar juros ele quase morre. E daí, juntar o dinheiro de uma casa ou apt pra pagar a vista é algo quase impossível hoje em dia, para nós pobres mortais. Hehe
As casas que gostamos é no valor mínimo de 150mil, e precisam de reforma. Apartamento do mesmo jeito. Gente, como as coisas estão caras!!! Como é difícil trabalhar, juntar dinheiro e ter nossa casinha! Resultado: continuamos pesquisando, pesquisando, sem nada encontrar. Tentamos um apartamento pelo Programa Minha Casa Minha vida, mas nosso salário ultrapassa a renda do projeto e não conseguimos ganhar subsídio nem ter as vantagens dos juros baixos. Pensamos em ele fazer um acordo na empresa que trabalha, já que sou funcionária pública e não posso fazer isso, pra ele se demitir, e enfim nos encaixarmos no Programa só com minha renda. Mas estamos deixando essa idéia de molho.
Até que uma amiga minha do trabalho vez ou outra me falava de um terreno que ela comprou, mas desistiu de construir. Falava da localização, do tamanho 10x25, valor e tudo se encaixava em nosso perfil... Mas nunca me falou que queria vender. Até que ontem ela me trouxe toda a documentação do terreno e me mostrou animada. Fiquei sem entender... Perguntei: Sim, mas por que isso? Você quer me vender esse terreno? E ela rindo, perguntou: você quer comprar?
Parecia que DEUS mais uma vez tinha colocado aquela “louquinha” em meu caminho. Quando falei da proposta pro meu marido ele logo perguntou a localização e foi checar se valia à pena. Me ligou empolgado, dizendo que o local não era todo habitado, mas era legal. A noite ele me levou lá. Confesso que tomei um susto. A rua tem muitos terrenos vagos, e eu que sempre vivi no meio da cidade, não sei se iria me acostumar com aquele barulho de grilhos e sapos. Mal desci do carro. Ele logo notou meu desânimo. Fomos pra casa pensativos. Coloquei nas mãos de Deus, pedi a ele luz. Afinal não é só o terreno, depois vem os gastos com a construção, dor de cabeça com pedreiro, etc. Hoje de manhã fomos novamente lá. Durante o dia o lugar é até melhor. Movimento de pessoas, casas lindas e novas, outras casas em construção, rua pavimentada sem chance de alagamento...Imaginei aquele loteamento daqui a dois anos e fiquei empolgada também! Fiquei pensando em nossos filhos aprendendo a andar de bicicleta em frente de casa. É, gostei! Pedi pra meu marido levar meu avô, que dá palpite certeiro em tudo e é quase um mestre de obras – ele ama vigiar o serviço dos pedreiros – e se ele gostar, acho que fecharemos negócio. Ontem quase não dormimos pensando nisso... E hoje nosso filhote estava querendo dar palpite em nossa decisão. Mexia todas as vezes que tocávamos no assunto. Espero que Deus nos mostre o melhor caminho!
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